Foi suado, sofrido, chorado... Mas veio. Que demora, hein? Enfim, o Flamengo encontrou a luz das vitórias ao melhor estilo Flamengo. Uma virada milagrosa contra um adversariozinho cachorro, que abriu o placar ao primeiro tempo, após um cabeceio de um anão. Se não fosse o moleque Diego Maurício, que entrou com uma vontade de encher os olhos, e o guerreiro Toró, após escanteio do Pet, o Mengão, atual campeão brasileiro, o primeiro heterohexacampeão da história, estaria numa situação ainda mais constrangedora. Para não dizer vexatória.
Que lições, então, devemos tirar da epopéia de Prudentópolis?
Nº 1: Renato e Petkovic são jogadores de um tempo só. O Primeiro já está demonstrando sinais de melhora: boa movimentação, menor número de passes errados, tentativas de jogadas ofensivas; mas não agüenta nem 45 minutos, quando chegou aos 30, já estava quase parando (reflexo da evidente falta de preparo físico, resultado das peladas que disputou nas arábias). O Segundo ainda consegue passes brilhantes... Entretanto, também só suporta meio tempo. PS: os dois não podem jogar juntos, pelo amor de Deus!!!!
Nº 2: Silas, abre o olho! Tá na hora de renovar o time titular. As peças já se mostraram disponíveis e aptas a correr e suar a camisa pelo Mengão. São os heróis: Kléberson (que revesou bem pelos lados com o Léo Moura – dessa vez, um pouco apagado em campo), Maldonado (que não pode ser banco nunca!) e Diego Maurício (o melhor exemplo de que craque, o Flamengo faz em casa).
Agora, vou fazer côro com a maioria da torcida, que corneta errado muitas vezes, mas que tem razão numa coisa: Correa e Rodrigo Alvim não! Pelo amor de Cristo!
No mais, é só agradecer ao grupo, que não apresentou um futebol brilhante, porém se entregou. E claro, um agradecimento ao Diego Maurício e ao Toró, vocês fizeram uma nação feliz ontem à noite!
Faltam 19 pontos para nos assegurarmos na série A do ano que vem. Depois disso, a gente vê o que o certame desse ano pode nos reservar!
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